terça-feira, 8 de maio de 2007

Mão boba

O infame anúncio da Operadora TIM parece dizer: "Neste Dia das Mães dê uma bela apalpada na velha". Em um esforço escandaloso para marcar o número 7, referente ao preço dos minutos que as mães ganhariam para falar ao celular, a agência coloca uma filha cinicamente apalpando a bunda da própria mãe. Segundo os geniais idealizadores do anúncio, todos nós, consumidores, deveríamos rapidamente enxergar no gesto um número 7 formado a partir do braço da modelo. O problema é que os caras erraram na mão (perdoem o trocadalho) e o braço da filha, um tanto distorcido, parece claramente bolinar o traseiro da coroa. Quanto vale um anúncio desses? 7 centavos pra fazer caridade.

8 comentários:

Gabriel Faro disse...

quanta malícia, mas não fui eu q fiz!

Anônimo disse...

a idéia é tosca, mas a mão da guria tá longe até da bunda. Forçaram a barra aí. De qualquer forma, não fui eu.

Anônimo disse...

o celular dela é pré pago. por isso ela bate cartão na coroa.

A Criança Abraçada! disse...

"Puxa, já que o brocha do papai não encosta mais no "porta-malas" da mamãe eu vou ficar aqui alisando a rabiola dessa miserável unha de fome...Quem sabe ela não solta uma grana pra eu mudar meu celular pra CLARO ou VIVO ou qualquer outra operadora que não tenha uma agência miserável como essa, que concebe anúncios humilhantes e forçadores de barra como esse em que eu estou agora... Caralho, abraçar fazendo um sete com os braços! Puta que me pariu, ainda bem que eu fui ser modelo e não fiz Publicidade!"

Fui eu disse...

Porra sacanagem galera. Fui eu que fiz a porra do anúncio. E quem não gostou, pode me encontrar na Praça da Sé, amanhã, às 16:27 h. Vou estar com uma camisa do Timão, com o número 7 às costas, cerrrrrto mano! Vô pancá muito!

Emanuelle do Cine Privê disse...

Ahhh que lindo. Pra melhorar a mãe ainda corresponde, é só reparar. São duas danadinhas mesmo hein.

Anônimo disse...

Até que a lomba da véia vala uma dedada, vai...

cola benzina disse...

Na antiga União Soviética esse diretor de arte teria os olhos furados e as mãos decepadas para nunca mais fazer nada igual.